
Juliana Almeida é enfermeira e está acostumada com a rotina hospitalar, mas quando a filha dela, Helena Almeida, de três anos, precisou operar as amígdalas, a profissional da saúde percebeu, na prática, os resultados de uma série de protocolos com foco na segurança do paciente. “Saber que existiam protocolos com uma equipe preparada, me trouxe tranquilidade, principalmente por se tratar de uma criança pequena. E no pós-operatório, o cuidado continua com acompanhamento, orientação sobre alimentação, hidratação e medicamentos. Como mãe, vivenciar de perto me fez entender que isso não é apenas regra ou documento”, compartilha.
A experiência da Juliana foi vivenciada no Centro Cirúrgico do Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira, Sudoeste do Pará. A unidade atua com um rigoroso protocolo que aumenta a eficiência antes, durante e depois do procedimento, o que reduz riscos e permite uma recuperação mais rápida e sem complicações. No primeiro semestre, a unidade recebeu equipamentos novos e tecnológicos que ajudaram a reforçar a segurança nos procedimentos, além de impulsionar a oferta de cirurgias. Cerca de 500 usuários passam todos os meses pelo setor.
Para além dos números, o HRPT mantém uma barreira de proteção que é fundamental para o paciente que será submetido a uma cirurgia. “No Regional, aplicamos um protocolo de cirurgia segura e para que ele seja efetivo, nós seguimos as barreiras [contra infecções] desde o local em que o paciente está. A aplicação desse protocolo depende da atuação conjunta das equipes”, explica a diretora assistencial, Rosivânia Barros.
A coordenadora do Centro Cirúrgico, Daiany Sousa, destaca que o rigor técnico caminha lado a lado com a empatia. “Os protocolos são norteadores para garantir segurança em todos os âmbitos, desde a entrada do usuário no hospital até sua saída, estabelecendo uma sequência de forma padronizada, segura e rastreável de cuidados, onde se busca mitigar a possibilidade de falhas durante a internação”, destaca. No contexto do Centro Cirúrgico, o HRPT aplica integralmente as normas estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A eficácia desse modelo tem impacto direto na vida de usuários, como Francisco José Monteiro, jogador de futebol que sofreu um acidente enquanto praticava o esporte. Ele quebrou a perna em duas partes e precisou ser internado às pressas para a cirurgia. “Cheguei aqui na quinta-feira para operar. Para mim, foi normal e me sinto bem recuperado. As equipes estão de parabéns”, elogia.
“Em uma cirurgia, isso faz toda a diferença porque transmite confiança e segurança em um momento de muita ansiedade”, completa a enfermeira Juliana, que já está em casa com a filha, Helena, recuperada depois da operação no HRPT.
Quem também pôde voltar para casa depois de duas cirurgias e 15 dias no hospital foi o aposentado Gil Rocha. Aos 79 anos, o agricultor, que mora em Pacajá, caiu e quebrou a perna. A experiência no HRPT, conta ele, “foi legal, porque antes e depois da operação todo mundo dá informações pra gente e ajudam a saber como a gente está”.
Texto: Assessoria de Comunicação do HRPT
Mín. 25° Máx. 35°